terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fuja do calor no trânsito


A combinação de trânsito e calor pode causar problemas bem mais graves do que o convencional estresse. Muito tempo no trânsito e no calor pode levar a desidratação. Gerando sonolência, fadiga, tontura, e um eventual desmaio. Faz com que o indivíduo perca a concentração e o raciocínio rápido, podendo causar um acidente.

Mesmo no verão, o ambiente de trânsito ajuda ainda mais a aumentar o calor. A sensação térmica dentro do veículo pode ser até 5°C mais quente do que a real temperatura. Isso ocorre por causa do motor quente e pelo ambiente fechado. A irradiação solar também pode causar queimaduras de primeiro grau e pode levar o indivíduo ao câncer de pele. Lesões oculares também são comuns nessas situações. É recomendada sempre a proteção ocular com os óculos escuros.

Para evitar os problemas mais cotidianos, a solução é simples:  Se hidratar o máximo possível, repondo potássio e sódio. Comer alguma fruta e beber bastante água é recomendado em qualquer situação, no trânsito não é diferente. Isotônicos também ajudam.

Desidratação não é o único perigo. Queimaduras de primeiro grau também são causadas nessas situações. Problemas simples podem até gerar um câncer de pele. É recomendado o uso de filtro solar.

Se o calor estiver muito forte, é aconselhável usar roupas leves. Bermuda, regatas e sandálias. Evitar terno e gravata. Não se esqueça de proteger a cabeça. Um chapéu ajuda a evitar problemas causados pelo sol. Evite pegar o trânsito entre as 10h e às 16h, quando a exposição de raios ultravioletas é maior.
Estacionamento quente
As vagas na sombra são as mais disputadas, e com razão. Estacionar debaixo do sol   mesmo que por pouco tempo  pode deixar o carro muito quente. O recomendado é abrir as portas e deixar o vapor quente de dentro do veículo sair, esse processo não leva mais do que cinco minutos. Ligar o ar-condicionado também ajuda. É importante realizar esse processo, pois o ar quente contêm gases prejudiciais a saúde que emanam de tudo que tem no interior do carro. Com o veículo em movimento, basta fechar os vidros e manter o ar-condicionado ligado.




segunda-feira, 20 de outubro de 2014

8 dicas que podem diminuir o custo do seguro do seu veículo

Carros populares podem ser os mais baratos do mercado, mas o preço baixo não se estende a outros custos, como o seguro de automóveis. Afinal, o modelo pode figurar na lista dos mais visados para roubo, o que aumenta o risco de uma seguradora. Esse é um exemplo do que pode modificar o preço de um pacote de proteção para automóveis. 

O preço final de uma apólice é composto com base, principalmente, no chamado "perfil de risco" do segurado. Nesse quesito, até a idade do condutor principal altera a conta final. Conheça alguns dos principais fatores que alteram o preço de seu seguro.

Dispositivos de localização
Instalar rastreadores ou alarmes pode ajudar a abater alguns reais do preço de um seguro. Rastreadores diminuem muito o risco de uma seguradora e o desconto com um dispositivo desses pode chegar a 20%. O investimento em sistemas eletrônicos pode até se pagar após algumas renovações de seguro com desconto. Em algumas corretoras, a instalação de um sistema de rastreamento é condição obrigatória para contratar um seguro. Em outras, é apenas um bônus.

Garagem
Esse é outro recurso que torna o risco para as seguradoras mais baixo. O desconto para o segurado pode variar entre 5% e 10%, de acordo com o período que o carro passa dentro de uma vaga segura. Se o segurado declarar que tem garagem, a cobertura só vai ser válida caso o veículo esteja estacionado no lugar indicado.

Idade e sexo
As seguradoras entendem que um motorista de 18 anos, recém-habilitado, pode representar um risco muito maior que um motorista adulto, com mais tempo de carteira. Isso não tem nada a ver com preconceito. Todas as seguradoras possuem estatísticas sobre os perfis dos motoristas que mais se envolvem em acidentes, e os jovens sempre aparecem no topo da lista. Outra curiosidade é em relação ao sexo. As mulheres pagam muito menos que homens. Estatisticamente, a gravidade das colisões provocadas por mulheres é muito menor do que as provocadas por homens.

Histórico
Um segurado que não usa sua franquia pode ver esse histórico revertido em bônus. A renovação é um momento muito mais simples, pois a seguradora já conhece o segurado. Utilizar pouco uma cobertura mostra um perfil de risco menor.

Serviços extras
A cobertura mínima de um seguro de automóvel deve incluir proteção contra incêndio, colisão e roubo. Outras coberturas, como a extensão a terceiros, também são recomendadas. Mas há uma série de outros serviços que os segurados devem ponderar antes de incluir na apólice. 

Cidade e bairro
Cidades com os maiores índices de roubo tendem a ter o preço do seguro mais alto. Dentro de uma mesma cidade, essa diferença também existe. Além dos preços variarem entre bairros, podem mudar até entre ruas de uma mesma região. Locais próximos a estradas tendem a ser mais caros, pois têm rota de fuga facilitada em caso de roubo de um veículo.

Especialidade da seguradora
Algumas seguradoras entendem mais de carros importados. Outras, de veículos de carga. Conhecer mais ou menos um segmento pode fazer diferença na hora de fechar uma apólice. O preço também é baseado em experiência. Quanto mais a seguradora entende de um segmento, mais condições ela vai ter de oferecer bons preços aos clientes. Por isso, os preços podem variar muito de uma empresa para outra. Indicamos no mínimo três seguradoras diferentes, pois os preços podem variar muito.

Profissão
Os cargos que demandam que os profissionais fiquem a maior parte do tempo em um escritório podem refletir preços mais baixos. Alguém que utilize o carro para visitar clientes, por exemplo, passa mais tempo exposto aos riscos do trânsito e vê aumento no preço do seguro. De forma geral, quem roda mais paga mais.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

10 Itens no carro que o motorista pode avaliar

Não dá para pegar a estrada sem conferir se seu carro está em condições. A manutenção periódica em empresas especializadas, claro, é indispensável. Mas há alguns componentes que você mesmo pode checar, mesmo que não seja um expert em mecânica. Veja, abaixo, 10 itens fáceis de serem verificados.


Água
 O nível de água é imprescindível que seja checado antes de uma viagem. Para isso, deve-se abrir o capô e observar, pelo reservatório de água as linhas de marcação de mínimo e máximo. O nível deve estar entre os dois. Se estiver abaixo, complete com o motor frio.

Óleo
 Outro nível a ser verificado é o do óleo. Atuando em conjunto com o motor, é de extrema importância que o seu nível não esteja abaixo do mínimo. A verificação deve ser feita pela vareta. Limpa-se os resíduos e, novamente, observa-se se a marcação do óleo do carro encontra-se pelas marcações de mínimo e máximo. A medição deve ser feita sempre com o motor frio e com o carro em local plano.

Estepe
 Nunca deixe o estepe em mau estado, afinal ele será fundamental em situações adversas. A pressão ideal está expressa no manual do veículo. Em alguns modelos há uma etiqueta com essas informações na coluna central do carro.

Extintor 
 Confira sempre se o extintor está no local e com o prazo de validade em dia. Em casos de acidentes mais graves, o extintor de incêndio salvará vidas.

Luzes
 Os piscas, a luz de freio, a ré, o alerta, a iluminação traseira, os faróis alto e baixo devem ser sempre testados antes de pegar a estrada. Existem dezenas de estradas sem iluminação pública onde somente a sinalização dos automóveis contam para o tráfego.

Itens de emergência
 É de extrema importância a presença do macaco, do triângulo de sinalização e da chave de roda pelo veículo. Eles auxiliam em situações problemáticas e o triângulo, por ser um sinalizador, preserva a vida e possíveis acidentes.

Freio de mão
 O freio de mão deve estar regulado. Se, ao puxar o freio de mão ele estalar de duas a três vezes e o carro ficar completamente estático, é porque está tudo bem. Qualquer consequência diferente dessa como, por exemplo, o freio de mão alto, recomenda-se procurar um mecânico. O freio traseiro pode estar com problemas ou a lona gasta ou tambor gasto.

Volante
 Antes de um percurso mais longo, faça um teste com o carro e repare se há trepidações pelo volante. Caso haja, o carro pode estar desbalanceado. Repare também se o carro está puxando para um dos lados. Caso positivo, o automóvel pode estar desalinhado. Nos dois casos, recomenda-se uma visita à oficina antes da viagem.

Palhetas
 A checagem das palhetas pode ser feita de forma visual. As partes de borracha das palhetas não podem estar ressecadas e nem cortadas. Importante salientar que em caso de chuva forte elas serão de grande utilidade. É bom não vacilar.

Pneus
Todos os quatro pneus devem ser visto bem de perto. Eles não podem estar gastos. Para isso, existe uma marca chamada indicador de desgaste: o TWI. Quando uma das partes mais próximas dessa marca alcançarem o nível do TWI, é porque o pneu está na hora de ser substituído.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Os melhores destinos da Primavera

Confira os dez melhores destinos da Primavera

No país da maior floresta tropical do mundo e de grande diversidade na fauna e na flora, não faltam opções de destino para quem decide viajar durante a primavera. São reservas ecológicas, parques e grandes extensões de jardins espalhados pelo território brasileiro, que ganham ainda mais charme na estação das flores e proporcionam o ambiente perfeito para a tranquilidade e a diversão. 
Confira abaixo dez lugares que podem colorir ainda mais suas férias.

01. Gramado (RS) 
02. Nova Petrópolis (RS) 
03. Curitiba (PR) 
04. Campos do Jordão (SP) 
05. Holambra (SP) 
06. Rio de Janeiro (RJ) 
07. Santo Antônio do Pinhal (SP) 
08. Brumadinho (MG) 
09. Joinville (SC) 
10. Atibaia (SP)

Gramado (RS)
Uma das mais belas e famosas cidades da Serra Gaúcha, Gramado é frequentemente lembrada pelo frio (eventualmente pela neve) e pelo Festival de Cinema. Mas o lugar não perde o charme quando as cores da primavera surgem em cena. Na rota da Região das Hortênsias, Gramado oferece a chance de passeios ao ar livre emoldurados por belas paisagens. O principal deles é o pedalinho no Lago Negro, rodeado de azaléas, hortênsias e pinheiros. Outras atrações são a Rua Coberta, o Minimundo, as fábricas de chocolate caseiro e, claro, o Natal Luz.

Nova Petrópolis (RS)
Também localizada na Região das Hortênsias, Nova Petrópolis reserva muita beleza e aconchego nas construções, cujos traços evidenciam a herança alemã, e nos parques e praças. Vale a pena conferir de perto a Praça das Flores, o Labirinto Verde, o clube de voo livre Ninho das Águias e a Cascata Johann Grings. No mês de outubro, o público ainda pode se maravilhar com o Frühlingsfest, o Festival da Primavera, que conta com exposições, workshops, concursos e até sessão gastronômica (com direito a flores comestíveis).

Curitiba (PR)
A capital do Paraná possui no currículo a classificação de cidade com melhor qualidade de vida do Brasil e está entre uma das mais verdes do mundo. Curitiba recebe os turistas com 30 parques e bosques e mais de mil espaços públicos arborizados (são 64,5m² de natureza por habitante, dados de 2010). Atrações indicadas para o roteiro dos visitantes são a Praça Tiradentes, a Rua das Flores, o Jardim Botânico, a Ópera de Arame, além do setor histórico da cidade.

Campos do Jordão (SP)
Um recanto sob a guarda da Serra da Mantiqueira e distante 173 km da capital São Paulo, Campos do Jordão é a cidade de maior altitude no Brasil: 1.628 metros acima do nível do mar. Chamada de Suíça Brasileira, pelas construções tipicamente europeias e pelas baixas temperaturas, o lugar também reserva belezas para a estação das flores. Vale a pena visitar o Complexo Pedra do Baú, o Horto Florestal, o Borboletário (que abriga cerca de 35 espécies da região), o Parque da Floresta Encantada, o Bosque do Silêncio e o Pico do Itapeva.

Holambra (SP)
Apelidada de “Cidade das Flores”, Holambra é o maior centro de produção de flores e plantas ornamentais da América Latina. A cerca de 40 km de Campinas (SP), o município sedia a Expoflora no mês de setembro. Pelas ruas, a herança holandesa é notável nas construções e até no nome (na junção entre HOLanda, AMérica e BRAsil). Além da exposição e dos campos de flores, o turista pode desfrutar do frescor da primavera à beira dos lagos Nossa Prainha ou Vitória Régia, além de visitar o Museu Histórico Cultural.

Rio de Janeiro (RJ)
Para desmistificar a imagem de praia e carnaval associada à cidade do Rio de Janeiro, nada como visitar a capital fluminense em outra época do ano. A estação das flores pode ser uma boa oportunidade para conhecer os diversos parques e reservas ecológicas abrigados pela cidade, como o Parque Nacional da Tijuca, considerado Patrimônio Ambiental e Reserva da Biosfera pela UNESCO. Paradas obrigatórias no Jardim Zoológico do Rio, o primeiro zoológico nacional, e no Jardim Botânico, o mais antigo do Brasil (próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas).

Santo Antônio do Pinhal (SP)
Ar puro da montanha, cachoeiras, paisagens exuberantes e vegetação abundante formam a composição perfeita para um lugar de descanso na Serra da Mantiqueira, a 163 km da capital paulista. Santo Antônio do Pinhal ainda é conhecida pelas águas com propriedades medicinais, que teriam poderes para realizar desejos. Entre os passeios possíveis, há o ecoparque Jardim dos Pinhais e o Roteiro Verde, que contempla a cultura, a história e a natureza do lugar, com destaque para o Recanto das Orquídeas e a Casa da Mata.

Brumadinho (MG)
A cerca de uma hora de carro desde Belo Horizonte (MG), Brumadinho coleciona opções de passeios e roteiros turísticos. O contato com a natureza é garantido em atividades como arvorismo, trekking, escalada e tirolesa. Há ainda o Safari Rural e a escola de voo livre. Na hora de programar a viagem, é indispensável planejar uma visita ao Inhotim, um museu a céu aberto em meio à Mata Atlântica dedicado à arte contemporânea. Quatro mil espécies botânicas estão espalhadas nos 97 hectares de jardins, e a área de preservação chega a 440 hectares.

Joinville (SC)
Localizada ao norte de Santa Catarina, Joinville prepara-se para sediar pela 74ª vez a Festa das Flores em 2012. A exposição, que costuma acontecer no mês de novembro, contabiliza mais de 15 mil flores à disposição do público. Turistas ainda podem acrescentar ao roteiro passeios por parques ecológicos, como o Parque Zoobotânico, e pela Estrada do Rio Bonito, na Zona Rural na cidade, uma rota que reserva elementos naturais unidos à arquitetura e à culinária germânica.

Atibaia (SP)
Saltar de asa delta desde o topo da Pedra Grande, a 1,4 mil metros, andar no teleférico e passear pelo roteiro turístico rural. Desde o programa mais radical até o mais pacato, as opções são bastante diversificadas na cidade localizada a 67 km de São Paulo (SP). Atibaia ainda sedia, no mês de setembro, a Festa das Flores e do Morango, que há mais de 30 anos marca a primavera na cidade com diversas receitas com morango e variadas espécies de plantas.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Cambio automático

Cada vez mais as montadoras estão incluindo versões com cambio automático em seus modelos de veículos. 

O que é um cambio automático é um sistema empregado em automóveis para troca de marchas realizada pelo sistema de transmissão do automóvel  que detecta a relação entre a velocidade ( km/h) e a  rotação do motor (rpm) para decidir pela troca automática da marcha.


FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DO CÂMBIO AUTOMÁTICO
Ao contrário do sistema de câmbio manual onde se trabalha com engrenagens de tamanhos diferentes e engatadas individualmente, no câmbio automático utiliza-se o sistema de engrenagens planetárias, elas possuem tamanhos diferentes, mas todas elas estão sempre engatadas entre si, a relação da força é dada de acordo com a ordem que essas engrenagens estão conectadas.

VANTAGENS 
• Facilidade
• Conforto
• Segurança
• Maior durabilidade do motor e de todos os componentes da transmissão (caixa, eixos, diferencial, etc).

DESVANTAGENS: 
• Maior consumo (na tecnologia convencional de conversor de torque e engrenagens planetárias; novas tecnologias como a CVT ou sistemas de embreagem automática não apresentam aumento no consumo em relação ao câmbio manual)
• Custo elevado em relação ao câmbio mecânico (essencialmente pela baixa procura; observa-se o oposto em países nos quais a popularidade do cambio automático é maior que a do câmbio manual, como nos Estados Unidos).

CONFIGURAÇÃO DO CÂMBIO AUTOMÁTICO
Geralmente o câmbio automático apresenta as seguintes opções:
• P - Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração
• R - Reverse: marcha-a-ré.
• N - Neutral: ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.
• D - Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo de direção.
• 4 - 3 - 2 - 1: Posições que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra. Por exemplo, em um aclive acentuado, ao se colocar na posição 2, impede-se o veículo de automaticamente trocar para a posição 3. Dessa forma bloqueia-se uma posição de marcha específica e não ocorre a troca automática entre elas. O mesmo procedimento é usado no freio motor.

COMO DIRIGIR UM CARRO COM CÂMBIO AUTOMÁTICO
O carro automático veio para facilitar a vida do motoristas, principalmente os motoristas que dirigem nas grandes cidades onde a troca de marchas é constante e as paradas são freqüentes.
Os câmbios automáticos hoje em dia são super confiáveis e totalmente seguros e tem um excelente custo beneficio.
Veja abaixo o que representa as letras nos câmbios dos carros automáticos:
• P - Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração
• R - Reverse: marcha-a-ré.
• N - Neutral: ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.
• D - Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo de direção.
• 4 - 3 - 2 - 1: Posições que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra. Por exemplo, em um aclive acentuado, ao se colocar na posição 2, impede-se o veículo de automaticamente trocar para a posição 3. Dessa forma bloqueia-se uma posição de marcha específica e não ocorre a troca automática entre elas. O mesmo procedimento é usado no freio motor.

Agora que você já conhece cambio veja como dirigir o carro:
• Pise no freio
• Dê a partida no motor
• Desligue o freio de mão
• Aperte o botão da alavanca e posicione a alavanca do cambio na posição D
• Vá soltando o pedal do freio aos poucos e o carro vai começar a se movimentar
• Acelere aos poucos e ele irá aumentando a velocidade.
• Quanto mais você acelerar mais ele vai aumentar a velocidade e mudar as marchas na hora exata.
• Para parar o carro solte o pedal do acelerador e vá apertando o pedal do freio aos poucos e ele irá reduzir as marchas e frear o carro ao mesmo tempo.
• Quando o carro estiver parado posicione a alavanca do câmbio na posição P e solte o pedal do freio.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Saiba qual capa é mais adequada para seu carro.

Com uma grande oferta de marcas e modelos, as capas automotivas devem ser escolhidas e utilizadas com critérios. Para quem vai deixar o carro parado por dias na garagem ou só dirige aos fins de semana, não há dúvida: a melhor maneira de conservar o veículo é cobri-lo com uma boa capa. Afinal, não há nada pior para a pintura do que o acúmulo de poeira, água ou fezes de pássaros.
São centenas de opções no mercado: há aquelas com proteção contra raios UV (ultravioleta), com e sem forro, permeável e impermeável, que reflete a luz solar, de tecido, lycra, vinil, neoprene, couro sintético, TNT (tecido não tecido) com ou sem cadeado, dispositivo de ventilação etc. Todas com diversos tamanhos, sendo as mais comuns Pequeno, Médio e Grande. Para cada uso há uma indicação, assim é preciso saber qual a finalidade, pois o uso inapropriado de capas podem até mesmo danificar a pintura.
Em muitos casos o uso de capas é até mesmo dispensável, pois atualmente os processos de pintura automotiva são de excelente qualidade. 

O primeiro critério é utilizar a capa de acordo com as especificações do fabricante. Porém, independente do tipo, é preciso sempre lembrar de usar com o veículo limpo, pois se estiver sujo a poeira pode riscar a pintura ao retirar a capa.

Outra dica do especialista é dar preferência para capas com forração e sempre ter certeza de que o carro está seco ao cobri-lo. Se não estiver bem seco ou houver infiltração de água pode manchar a pintura. Outra recomendação é nunca cobrir o carro com motor ou lataria aquecida, para evitar possível formação de umidade na parte interna proveniente do resfriamento.

Garagem sem cobertura
Para quem não tem garagem coberta, o melhor é usar as impermeáveis, com proteção UV e forração interna. São mais caras, e mesmo assim é preciso verificar periodicamente se não há infiltração ou umidade interna. Neste caso, um dos itens mais importantes é a proteção UV, um banho químico que "impermeabiliza" a capa contra raios UV.

Garagem coberta
Os donos de garagens cobertas não precisam se preocupar com a impermeabilidade. Ainda assim, é preciso ter cuidado, pois não é recomendado o uso de capas que não absorvam umidade. O tecido permeável só é recomendado para quem possui garagem fechada, e não costumam agredir menos a pintura por conta de sua maleabilidade.

Vagas compartilhadas
Se você deixa seu carro em estacionamento público ou mora em um condomínio, há as opções de capas com cadeado. Mas não vá achando que elas servem para proteger o seu carro de furtos. Na verdade, elas são boas opções para quem possui modelos clássicos ou raros, já que evitam que curiosos tentem espiar o que há por baixo.
No uso prolongado, a recomendação é verificar regularmente se a capa não sofreu nenhum tipo de avaria e se não há formação de umidade na parte interna. Retirar a capa semanalmente para que haja a renovação do ar também é importante.

Para colocar a capa: é importante retirar antena e acessórios, além de o carro estar limpo, seco e frio. Deve-se desdobrar a capa sobre o veículo, longitudinalmente, ao centro, de forma que a parte interna fique para cima. Depois é só desfazer as dobras, até envolver o para-choque.
Para retirar a capa: retire o excesso de poeira e demais substâncias sobre a capa. Pode-se lavar a capa com água, porém é preciso esperar secar antes de iniciar o processo de retirada. Deve-se dobrá-la tal como quando foi aberta, das pontas para o centro. É Importante que a parte interna não encoste na externa.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Saiba as diferenças entre enceramento, polimento e cristalização.


Deixar o carro bonito é o objetivo da maioria dos motoristas, mas proteger a pintura é uma forma de cuidar do patrimônio e garantir um bom preço no momento da troca. Serviços como enceramento, polimento e cristalização são muito comuns no mercado, mas você sabe qual é a diferença entre eles e qual é ideal para seu carro?

Os três processos tem como objetivo retirar as manchas, riscos proteger e dar brilho, a escolha por um deles deve ser feita juntamente como o prestador de serviços.

Antes de tudo, dois pontos devem ser observados: o estado da pintura e a durabilidade da proteção. É importante que o especialista deixe claro quais os riscos e manchas que não serão removidos - em muitos casos somente a repintura deixará seu carro em ordem. Definir o que será feito é a maneira correta de se evitar descontentamentos e discussões.

Enceramento
O enceramento é indicado para todos os veículos, mas principalmente para veículos novos, seminovos e repintados. Apesar de ter um potencial pequeno para eliminar riscos e manchas, é o jeito mais simples e barato de proteger e deixar seu carro mais bonito.
A qualidade do enceramento dependerá do material a ser utilizado. Existem ceras de vários tipos e preços, por isso, antes de tomar a decisão, verifique o resultado em outros carros.
Ceras de baixa qualidade protegem por pouco tempo. Atente para a aplicação, verifique se o profissional protege as superfícies rugosas como em frisos e para-choques, estas peças não devem receber o produto.

Polimento
O polimento é recomendado para pinturas manchadas, queimadas de sol, riscos de pouca profundidade, manchas provocadas por árvores e pássaros, peças que foram repintadas e perderam o brilho (como ocorre frequentemente no capuz do motor).
Utilizando massas abrasivas e politrizes que giram a 2.000 rotações por minuto, o polimento costuma retirar um pouco do verniz da pintura e junto com ela as manchas e riscos. Em alguns casos, os polidores fazem uso de lixa d’água bem fina para retirar substâncias impregnadas no verniz.
Ao contrário da cera, que pode ser aplicada na sombra da sua garagem, o serviço requer conhecimento e experiência com a politriz. Definitivamente, polimento não é para amadores. Quinas, vincos e frisos laterais são as principais vítimas de um profissional inexperiente - a abrasão é tão grande que se o profissional alguns segundos parado na mesma peça poderá remover o verniz e a tinta, deixando a mostra o fundo branco da lataria.
Cores escuras, como preto e azul marinho, merecem atenção especial, pois revelam facilmente as imperfeições do trabalho.
Se optar por esse tipo de procedimento, use-o com moderação. A utilização da politriz juntamente com produtos abrasivos sempre retira um pouco da camada de verniz, por isso especialistas recomendam no máximo três polimentos durante toda a vida útil do carro.

Cristalização
Cristalização ou espelhamento são termos utilizados para aplicação de uma resina protetora sobre a pintura. É bom saber que, assim como a cera, os produtos aplicados sobre a lataria do carro não reagem quimicamente com o verniz da lataria, ou seja, a aplicação da resina não transforma a estrutura molecular nem do verniz nem da tinta.
A cristalização, por meio da camada fina de resina aplicada, garante durabilidade maior à pintura em comparação com a cera. Além disso, evita que pequenas agressões atinjam o verniz original do veículo.
Apesar de algumas concessionárias oferecerem o serviço para veículos zero quilometro, a cristalização é indicada para os carros com alguns anos de uso.
O serviço começa com um polimento para retirar possíveis riscos e manchas. Em seguida é aplicado um desengordurante e, por fim, a resina. O custo de uma cristalização costuma passar dos R$ 350, mas não utilize apenas o preço para escolher a empresa que vai cuidar do seu carro. Verifique o resultado em outros carros antes de bater o martelo e lembre-se que, se algo der errado, o reparo não será simples.