quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Os melhores destinos da Primavera

Confira os dez melhores destinos da Primavera

No país da maior floresta tropical do mundo e de grande diversidade na fauna e na flora, não faltam opções de destino para quem decide viajar durante a primavera. São reservas ecológicas, parques e grandes extensões de jardins espalhados pelo território brasileiro, que ganham ainda mais charme na estação das flores e proporcionam o ambiente perfeito para a tranquilidade e a diversão. 
Confira abaixo dez lugares que podem colorir ainda mais suas férias.

01. Gramado (RS) 
02. Nova Petrópolis (RS) 
03. Curitiba (PR) 
04. Campos do Jordão (SP) 
05. Holambra (SP) 
06. Rio de Janeiro (RJ) 
07. Santo Antônio do Pinhal (SP) 
08. Brumadinho (MG) 
09. Joinville (SC) 
10. Atibaia (SP)

Gramado (RS)
Uma das mais belas e famosas cidades da Serra Gaúcha, Gramado é frequentemente lembrada pelo frio (eventualmente pela neve) e pelo Festival de Cinema. Mas o lugar não perde o charme quando as cores da primavera surgem em cena. Na rota da Região das Hortênsias, Gramado oferece a chance de passeios ao ar livre emoldurados por belas paisagens. O principal deles é o pedalinho no Lago Negro, rodeado de azaléas, hortênsias e pinheiros. Outras atrações são a Rua Coberta, o Minimundo, as fábricas de chocolate caseiro e, claro, o Natal Luz.

Nova Petrópolis (RS)
Também localizada na Região das Hortênsias, Nova Petrópolis reserva muita beleza e aconchego nas construções, cujos traços evidenciam a herança alemã, e nos parques e praças. Vale a pena conferir de perto a Praça das Flores, o Labirinto Verde, o clube de voo livre Ninho das Águias e a Cascata Johann Grings. No mês de outubro, o público ainda pode se maravilhar com o Frühlingsfest, o Festival da Primavera, que conta com exposições, workshops, concursos e até sessão gastronômica (com direito a flores comestíveis).

Curitiba (PR)
A capital do Paraná possui no currículo a classificação de cidade com melhor qualidade de vida do Brasil e está entre uma das mais verdes do mundo. Curitiba recebe os turistas com 30 parques e bosques e mais de mil espaços públicos arborizados (são 64,5m² de natureza por habitante, dados de 2010). Atrações indicadas para o roteiro dos visitantes são a Praça Tiradentes, a Rua das Flores, o Jardim Botânico, a Ópera de Arame, além do setor histórico da cidade.

Campos do Jordão (SP)
Um recanto sob a guarda da Serra da Mantiqueira e distante 173 km da capital São Paulo, Campos do Jordão é a cidade de maior altitude no Brasil: 1.628 metros acima do nível do mar. Chamada de Suíça Brasileira, pelas construções tipicamente europeias e pelas baixas temperaturas, o lugar também reserva belezas para a estação das flores. Vale a pena visitar o Complexo Pedra do Baú, o Horto Florestal, o Borboletário (que abriga cerca de 35 espécies da região), o Parque da Floresta Encantada, o Bosque do Silêncio e o Pico do Itapeva.

Holambra (SP)
Apelidada de “Cidade das Flores”, Holambra é o maior centro de produção de flores e plantas ornamentais da América Latina. A cerca de 40 km de Campinas (SP), o município sedia a Expoflora no mês de setembro. Pelas ruas, a herança holandesa é notável nas construções e até no nome (na junção entre HOLanda, AMérica e BRAsil). Além da exposição e dos campos de flores, o turista pode desfrutar do frescor da primavera à beira dos lagos Nossa Prainha ou Vitória Régia, além de visitar o Museu Histórico Cultural.

Rio de Janeiro (RJ)
Para desmistificar a imagem de praia e carnaval associada à cidade do Rio de Janeiro, nada como visitar a capital fluminense em outra época do ano. A estação das flores pode ser uma boa oportunidade para conhecer os diversos parques e reservas ecológicas abrigados pela cidade, como o Parque Nacional da Tijuca, considerado Patrimônio Ambiental e Reserva da Biosfera pela UNESCO. Paradas obrigatórias no Jardim Zoológico do Rio, o primeiro zoológico nacional, e no Jardim Botânico, o mais antigo do Brasil (próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas).

Santo Antônio do Pinhal (SP)
Ar puro da montanha, cachoeiras, paisagens exuberantes e vegetação abundante formam a composição perfeita para um lugar de descanso na Serra da Mantiqueira, a 163 km da capital paulista. Santo Antônio do Pinhal ainda é conhecida pelas águas com propriedades medicinais, que teriam poderes para realizar desejos. Entre os passeios possíveis, há o ecoparque Jardim dos Pinhais e o Roteiro Verde, que contempla a cultura, a história e a natureza do lugar, com destaque para o Recanto das Orquídeas e a Casa da Mata.

Brumadinho (MG)
A cerca de uma hora de carro desde Belo Horizonte (MG), Brumadinho coleciona opções de passeios e roteiros turísticos. O contato com a natureza é garantido em atividades como arvorismo, trekking, escalada e tirolesa. Há ainda o Safari Rural e a escola de voo livre. Na hora de programar a viagem, é indispensável planejar uma visita ao Inhotim, um museu a céu aberto em meio à Mata Atlântica dedicado à arte contemporânea. Quatro mil espécies botânicas estão espalhadas nos 97 hectares de jardins, e a área de preservação chega a 440 hectares.

Joinville (SC)
Localizada ao norte de Santa Catarina, Joinville prepara-se para sediar pela 74ª vez a Festa das Flores em 2012. A exposição, que costuma acontecer no mês de novembro, contabiliza mais de 15 mil flores à disposição do público. Turistas ainda podem acrescentar ao roteiro passeios por parques ecológicos, como o Parque Zoobotânico, e pela Estrada do Rio Bonito, na Zona Rural na cidade, uma rota que reserva elementos naturais unidos à arquitetura e à culinária germânica.

Atibaia (SP)
Saltar de asa delta desde o topo da Pedra Grande, a 1,4 mil metros, andar no teleférico e passear pelo roteiro turístico rural. Desde o programa mais radical até o mais pacato, as opções são bastante diversificadas na cidade localizada a 67 km de São Paulo (SP). Atibaia ainda sedia, no mês de setembro, a Festa das Flores e do Morango, que há mais de 30 anos marca a primavera na cidade com diversas receitas com morango e variadas espécies de plantas.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Cambio automático

Cada vez mais as montadoras estão incluindo versões com cambio automático em seus modelos de veículos. 

O que é um cambio automático é um sistema empregado em automóveis para troca de marchas realizada pelo sistema de transmissão do automóvel  que detecta a relação entre a velocidade ( km/h) e a  rotação do motor (rpm) para decidir pela troca automática da marcha.


FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DO CÂMBIO AUTOMÁTICO
Ao contrário do sistema de câmbio manual onde se trabalha com engrenagens de tamanhos diferentes e engatadas individualmente, no câmbio automático utiliza-se o sistema de engrenagens planetárias, elas possuem tamanhos diferentes, mas todas elas estão sempre engatadas entre si, a relação da força é dada de acordo com a ordem que essas engrenagens estão conectadas.

VANTAGENS 
• Facilidade
• Conforto
• Segurança
• Maior durabilidade do motor e de todos os componentes da transmissão (caixa, eixos, diferencial, etc).

DESVANTAGENS: 
• Maior consumo (na tecnologia convencional de conversor de torque e engrenagens planetárias; novas tecnologias como a CVT ou sistemas de embreagem automática não apresentam aumento no consumo em relação ao câmbio manual)
• Custo elevado em relação ao câmbio mecânico (essencialmente pela baixa procura; observa-se o oposto em países nos quais a popularidade do cambio automático é maior que a do câmbio manual, como nos Estados Unidos).

CONFIGURAÇÃO DO CÂMBIO AUTOMÁTICO
Geralmente o câmbio automático apresenta as seguintes opções:
• P - Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração
• R - Reverse: marcha-a-ré.
• N - Neutral: ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.
• D - Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo de direção.
• 4 - 3 - 2 - 1: Posições que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra. Por exemplo, em um aclive acentuado, ao se colocar na posição 2, impede-se o veículo de automaticamente trocar para a posição 3. Dessa forma bloqueia-se uma posição de marcha específica e não ocorre a troca automática entre elas. O mesmo procedimento é usado no freio motor.

COMO DIRIGIR UM CARRO COM CÂMBIO AUTOMÁTICO
O carro automático veio para facilitar a vida do motoristas, principalmente os motoristas que dirigem nas grandes cidades onde a troca de marchas é constante e as paradas são freqüentes.
Os câmbios automáticos hoje em dia são super confiáveis e totalmente seguros e tem um excelente custo beneficio.
Veja abaixo o que representa as letras nos câmbios dos carros automáticos:
• P - Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração
• R - Reverse: marcha-a-ré.
• N - Neutral: ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.
• D - Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo de direção.
• 4 - 3 - 2 - 1: Posições que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra. Por exemplo, em um aclive acentuado, ao se colocar na posição 2, impede-se o veículo de automaticamente trocar para a posição 3. Dessa forma bloqueia-se uma posição de marcha específica e não ocorre a troca automática entre elas. O mesmo procedimento é usado no freio motor.

Agora que você já conhece cambio veja como dirigir o carro:
• Pise no freio
• Dê a partida no motor
• Desligue o freio de mão
• Aperte o botão da alavanca e posicione a alavanca do cambio na posição D
• Vá soltando o pedal do freio aos poucos e o carro vai começar a se movimentar
• Acelere aos poucos e ele irá aumentando a velocidade.
• Quanto mais você acelerar mais ele vai aumentar a velocidade e mudar as marchas na hora exata.
• Para parar o carro solte o pedal do acelerador e vá apertando o pedal do freio aos poucos e ele irá reduzir as marchas e frear o carro ao mesmo tempo.
• Quando o carro estiver parado posicione a alavanca do câmbio na posição P e solte o pedal do freio.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Saiba qual capa é mais adequada para seu carro.

Com uma grande oferta de marcas e modelos, as capas automotivas devem ser escolhidas e utilizadas com critérios. Para quem vai deixar o carro parado por dias na garagem ou só dirige aos fins de semana, não há dúvida: a melhor maneira de conservar o veículo é cobri-lo com uma boa capa. Afinal, não há nada pior para a pintura do que o acúmulo de poeira, água ou fezes de pássaros.
São centenas de opções no mercado: há aquelas com proteção contra raios UV (ultravioleta), com e sem forro, permeável e impermeável, que reflete a luz solar, de tecido, lycra, vinil, neoprene, couro sintético, TNT (tecido não tecido) com ou sem cadeado, dispositivo de ventilação etc. Todas com diversos tamanhos, sendo as mais comuns Pequeno, Médio e Grande. Para cada uso há uma indicação, assim é preciso saber qual a finalidade, pois o uso inapropriado de capas podem até mesmo danificar a pintura.
Em muitos casos o uso de capas é até mesmo dispensável, pois atualmente os processos de pintura automotiva são de excelente qualidade. 

O primeiro critério é utilizar a capa de acordo com as especificações do fabricante. Porém, independente do tipo, é preciso sempre lembrar de usar com o veículo limpo, pois se estiver sujo a poeira pode riscar a pintura ao retirar a capa.

Outra dica do especialista é dar preferência para capas com forração e sempre ter certeza de que o carro está seco ao cobri-lo. Se não estiver bem seco ou houver infiltração de água pode manchar a pintura. Outra recomendação é nunca cobrir o carro com motor ou lataria aquecida, para evitar possível formação de umidade na parte interna proveniente do resfriamento.

Garagem sem cobertura
Para quem não tem garagem coberta, o melhor é usar as impermeáveis, com proteção UV e forração interna. São mais caras, e mesmo assim é preciso verificar periodicamente se não há infiltração ou umidade interna. Neste caso, um dos itens mais importantes é a proteção UV, um banho químico que "impermeabiliza" a capa contra raios UV.

Garagem coberta
Os donos de garagens cobertas não precisam se preocupar com a impermeabilidade. Ainda assim, é preciso ter cuidado, pois não é recomendado o uso de capas que não absorvam umidade. O tecido permeável só é recomendado para quem possui garagem fechada, e não costumam agredir menos a pintura por conta de sua maleabilidade.

Vagas compartilhadas
Se você deixa seu carro em estacionamento público ou mora em um condomínio, há as opções de capas com cadeado. Mas não vá achando que elas servem para proteger o seu carro de furtos. Na verdade, elas são boas opções para quem possui modelos clássicos ou raros, já que evitam que curiosos tentem espiar o que há por baixo.
No uso prolongado, a recomendação é verificar regularmente se a capa não sofreu nenhum tipo de avaria e se não há formação de umidade na parte interna. Retirar a capa semanalmente para que haja a renovação do ar também é importante.

Para colocar a capa: é importante retirar antena e acessórios, além de o carro estar limpo, seco e frio. Deve-se desdobrar a capa sobre o veículo, longitudinalmente, ao centro, de forma que a parte interna fique para cima. Depois é só desfazer as dobras, até envolver o para-choque.
Para retirar a capa: retire o excesso de poeira e demais substâncias sobre a capa. Pode-se lavar a capa com água, porém é preciso esperar secar antes de iniciar o processo de retirada. Deve-se dobrá-la tal como quando foi aberta, das pontas para o centro. É Importante que a parte interna não encoste na externa.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Saiba as diferenças entre enceramento, polimento e cristalização.


Deixar o carro bonito é o objetivo da maioria dos motoristas, mas proteger a pintura é uma forma de cuidar do patrimônio e garantir um bom preço no momento da troca. Serviços como enceramento, polimento e cristalização são muito comuns no mercado, mas você sabe qual é a diferença entre eles e qual é ideal para seu carro?

Os três processos tem como objetivo retirar as manchas, riscos proteger e dar brilho, a escolha por um deles deve ser feita juntamente como o prestador de serviços.

Antes de tudo, dois pontos devem ser observados: o estado da pintura e a durabilidade da proteção. É importante que o especialista deixe claro quais os riscos e manchas que não serão removidos - em muitos casos somente a repintura deixará seu carro em ordem. Definir o que será feito é a maneira correta de se evitar descontentamentos e discussões.

Enceramento
O enceramento é indicado para todos os veículos, mas principalmente para veículos novos, seminovos e repintados. Apesar de ter um potencial pequeno para eliminar riscos e manchas, é o jeito mais simples e barato de proteger e deixar seu carro mais bonito.
A qualidade do enceramento dependerá do material a ser utilizado. Existem ceras de vários tipos e preços, por isso, antes de tomar a decisão, verifique o resultado em outros carros.
Ceras de baixa qualidade protegem por pouco tempo. Atente para a aplicação, verifique se o profissional protege as superfícies rugosas como em frisos e para-choques, estas peças não devem receber o produto.

Polimento
O polimento é recomendado para pinturas manchadas, queimadas de sol, riscos de pouca profundidade, manchas provocadas por árvores e pássaros, peças que foram repintadas e perderam o brilho (como ocorre frequentemente no capuz do motor).
Utilizando massas abrasivas e politrizes que giram a 2.000 rotações por minuto, o polimento costuma retirar um pouco do verniz da pintura e junto com ela as manchas e riscos. Em alguns casos, os polidores fazem uso de lixa d’água bem fina para retirar substâncias impregnadas no verniz.
Ao contrário da cera, que pode ser aplicada na sombra da sua garagem, o serviço requer conhecimento e experiência com a politriz. Definitivamente, polimento não é para amadores. Quinas, vincos e frisos laterais são as principais vítimas de um profissional inexperiente - a abrasão é tão grande que se o profissional alguns segundos parado na mesma peça poderá remover o verniz e a tinta, deixando a mostra o fundo branco da lataria.
Cores escuras, como preto e azul marinho, merecem atenção especial, pois revelam facilmente as imperfeições do trabalho.
Se optar por esse tipo de procedimento, use-o com moderação. A utilização da politriz juntamente com produtos abrasivos sempre retira um pouco da camada de verniz, por isso especialistas recomendam no máximo três polimentos durante toda a vida útil do carro.

Cristalização
Cristalização ou espelhamento são termos utilizados para aplicação de uma resina protetora sobre a pintura. É bom saber que, assim como a cera, os produtos aplicados sobre a lataria do carro não reagem quimicamente com o verniz da lataria, ou seja, a aplicação da resina não transforma a estrutura molecular nem do verniz nem da tinta.
A cristalização, por meio da camada fina de resina aplicada, garante durabilidade maior à pintura em comparação com a cera. Além disso, evita que pequenas agressões atinjam o verniz original do veículo.
Apesar de algumas concessionárias oferecerem o serviço para veículos zero quilometro, a cristalização é indicada para os carros com alguns anos de uso.
O serviço começa com um polimento para retirar possíveis riscos e manchas. Em seguida é aplicado um desengordurante e, por fim, a resina. O custo de uma cristalização costuma passar dos R$ 350, mas não utilize apenas o preço para escolher a empresa que vai cuidar do seu carro. Verifique o resultado em outros carros antes de bater o martelo e lembre-se que, se algo der errado, o reparo não será simples.











quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Retirar adesivo do carro requer alguns cuidados especiais.

Adesivo no vidro traseiro do carro ou envelopamento de toda a carroceria requerem  técnica, macetes e até especialista na remoção para não estragar algumas partes do carro.

Pequenos adesivos: 
Para tirar pequenos adesivos colados na carroceria ou nos vidros do veiculo temos uma dica simples: Com um secador de cabelo comece a passar o vapor quente na ponta do adesivo e a medida que ele for soltando vá avançado até que ele descole inteiro em suas mãos(atenção para que não esteja aquecendo a lataria do veiculo pois pode danificar a pintura). Geralmente ficam resíduos de cola no local após a retirada do adesivo  com um pano ou estopa  passe um pouco de azeite para retirar o restante da cola, após e lavar o local com água e sabão.

Desembaçador: 
 Ainda nos deparamos com o velho embate entre a película e o desembaçador traseiro. Caso seja necessário remover a película, nem especialistas da área conseguem a façanha sem estragar o elemento desembaçador, que são aqueles filamentos em formato de linhas aderidos ao vidro. Então, cerque-se de cuidados para não ter que tirar a película: instale produto de qualidade, que não vai soltar e instalador do mesmo nível para evitar bolhas. E que esteja de acordo com a lei, para um agente de trânsito não obrigá-lo a retirá-la.

Agora, caso você tenha que retirar e o desembaçador partir, pode ser que haja uma solução. Existe no mercado uma caneta com a qual é possível recuperar pequenos espaços (até 1 centímetro) que se partiram, recuperando a capacidade do filamento de conduzir o calor necessário para desembaçar o vidro traseiro. Agora, se este produto não der conta, não tem jeito, é preciso comprar outro vidro.

Envelopamento:
 Antes de fazer o envelopamento da pintura, geralmente aquele adesivo preto ou de outra cor fosca, pense bem, porque é difícil retirá-lo. A remoção deve ser feita num local especializado com produto recomendado para tirar a cola. Se a pintura do veículo for original, os prestadores de serviço garantem que ela fica intacta. Mas ninguém garante a integridade dos carros que foram repintados por não saber qual material foi usado nem como o serviço foi executado. Também não é possível estabelecer um preço médio para esse serviço, já que alguns levam meio dia de trabalho, enquanto outros chegam a uma semana, quando o adesivo chega a se fundir com a pintura.


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Como transportar no carro seu animal de estimação

Não basta colocar todo mundo no carro e cair na estrada. Alguns cuidados precisam ser tomados para evitar transtornos para você e para o animal. 

Transporte irregular de animais no carro, por exemplo, pode acarretar em multa e até apreensão do veiculo, além de pontos na carteira.
Existem no mercado hoje diversos equipamentos que auxiliam no transporte de animais, que além de deixá-los mais seguros, os deixam também mais confortáveis. Para gatos e cães pequenos, o ideal é a utilização de caixas próprias para transporte, chamadas de kennel. Já para animais maiores, o ideal é a coleira que se adapta ao cinto de segurança. O cinto de segurança para o animal no banco de trás do carro é tão importante quanto para quem está na frente. Numa colisão, o corpo do bichano pode ser projetado contra o banco do motorista e causar danos maiores.
 

Separamos 10 dicas para para que você tenha uma viagem feliz com seu animalzinho de estimação:

1º - Não dê ração ou qualquer tipo de alimento ao cão quatro horas antes do percurso. Para água a regra deve ser uma hora antes. Em caso de felino, o jejum é de duas horas antes do percurso.


2º – De hora em hora, pare o automóvel e desça com o cão para possíveis necessidades fisiológicas. Um pouco de água é necessário para hidratação.


3º - Leve acessórios do bicho de estimação para que ele se sinta em casa. Em caso das caixas de transporte, coloque o próprio cobertor do animal como forro para reforçar a idéia da casa.

4º - É obrigatório levar a carteira de vacinação e um atestado de trânsito emitido por médico veterinário particular (chamada guia de trânsito).

5º - Nunca dê comida durante a viagem: isso causa enjôo e altera o sistema digestivo.

6º – Dê algumas voltas de carro com o seu animal por pequenas distâncias para ele ir se acostumando.

7º – Manter a temperatura do carro próxima a temperatura externa. Nada de ar-condicionado na temperatura mínima.

8º - Não levar o animal solto nem com a cabeça para fora. A regra serve para qualquer raça ou tipo. Uma distração que o motorista tenha com o movimento do bicho pode ser fatal.

9º - Existem no mercado de pet shop calmantes naturais. Informe-se sobre o melhor com o seu veterinário, se isso for necessário.

10º - Outro produto que pode facilitar a sua vida são as fraldas veterinárias, que podem evitar um desastre na viagem.



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Os melhores carros esportivos do mundo

Com a criação dos carros esportivos de luxo, instantaneamente passaram a fazer parte do inconsciente de muitos apaixonados por automóveis. Com isso, toda uma indústria se segue apresentando máquinas cada vez mais incríveis. 
Com sua funcionalidades, tecnologia, motorização invejável, altíssima performance e design inigualável, confira os 3 melhores carros esportivos do mundo.


-Bugatti Veyron

A italianíssima Bugatti marca presença em nosso pódio com essa máquina incrível. Por 3 milhões de euros – ou mais de 6 milhões de reais – esse carro também é um dos mais caros da atualidade.
Sua motorização é muito especial, como não poderia deixar de ser: turbo w16, 1001 cavalos de potência, com aceleração em 2.5 segundos – de 0 a 100 km/h. Seu design é cheio de sofisticação e muita classe.


-Mercedes Benz SLR-McLaren

O que resultaria da junção de uma Mercedes com uma McLaren? A resposta foi dada com esse modelo fantástico, verdadeiro ideal de muitos consumidores fanáticos por carros de luxo. Com capacidade para apenas transportar duas pessoas tem sua inspiração vinda diretamente dos carros de Fórmula 1 e também no mítico 300 SLR Coupé, feito em 1955.
Seu valor vai entre 2.5 e 3 milhões de euros e pode ser encomendado na concessionária Mercedes.


-Ferrari Enzo

Segundo italiano da lista… e que italiano! Em qualquer lista de carros de luxo, não pode faltar o grande representante, não é mesmo? Uma Ferrari! Este exemplar é tão especial que foi batizado com o nome do próprio criador – Enzo Anselmo Ferrari.
Esse carrão consegue chegar a 350 km/h – uma de suas referências reside em carros de corrida clássicos –, a um custo de US$ 1 milhão – ou R$ 2.1 milhões.
Este carro leva o nome do seu criador, Enzo Anselmo Ferrari. Os veículos da Ferrari são sempre velozes e caros, mas esse em especial é capaz de atingir a velocidade superior de 350 Km/h e para levar um desses para casa você vai ter que desembolsar 1 milhão de dólares, tornando-se assim um dos carros esportivos mais caros do mundo.
Ainda, Ferrrari Enzo conta com a inspiração dos automóveis de corridas, explicando assim seu designe arrojado e veloz, também esse carro conta com muito conforto e tecnologia.