terça-feira, 5 de agosto de 2014

Dicas de viagens e passeios para fazer com o Paizão!

O Dia dos Pais é no próximo final de semana, que tal você surpreender seu pai  e retribuir com uma viagem ou passeio?
Separamos algumas dicas para inspirar você,  mas é valido qualquer outro lugar que se pai goste ou queira conhecer. Boa Diversão!

1-Museus de carros: Hollywood Dream Cars e Super Carros em Gramado

A cidade mais que turistica Gramado, no Rio Grande do Sul, é muito convidativa para casais e famílias, com opções de atrações e eventos o ano todo, como por exemplo o Natal Luz, Festival de Cinema de Gramado, Festa de Páscoa, Festa da Colônia, Festival de Inverno. Essa pequena cidade além de charme tem cerca de 50 atrações para visitar e dá para fazer o roteiro em poucos dias, aproveitando um pouco de tudo, gastronomia local, aconchegantes opções de hospedagem, visita a lago natural, parques, museus, zoológico e atrações temáticas. Pais e filhos irão adorar os museus de automóveis Hollywood Dream Cars e Super Carros, com incríveis exemplares de carros antigos, também tem o Mini Mundo que reúne réplicas em miniatura de castelos, casas e ferrovias européias.

O maior parque indoor de neve das Américas: Snowland, em Gramado.
Mas Gramado ainda tem muito mais, como o  mais novo parque de inverno indoor, Snowland, que oferece esqui, patinação, snowboard e outras atividades, e o divertido Museu de Cera Dreamland, esse que tem em seu interior também um presente para os papais, uma área dedicada à motos Harley-Davidson. A cidade de Gramado na região chamada Serra Gaúcha, que pode ficar ainda mais bonita na estação outono e no inverno.


2-Parques de diversões do Brasil e do Mundo
Ao optar por passear ou viajar para um grande parque de diversões a ordem é relaxar e aproveitar ao máximo, sem frescuras! Dica boa para sair da rotina, desestressar e se abrir para novas emoções. No Brasil há vários parques de referência, como o Beach Park (maior parque aquático da América Latina), que fica em Porto das Dunas a 16 km da cidade de Fortaleza (CE), com opções de atrações leves a radicais, como toboáguas de 40 metros de altura, é só escolher se você quer tranquilidade ou muita adrenalina! Outros parques brasileiros que merecem uma visita em família é o Hopi Hari (parque de diversões temático) localizado no interior de São Paulo, no município de Vinhedo, e o Beto Carrero World (parque de diversões temático) que fica em Penha, Santa Catarina e é considerado um dos melhores do mundo. Os parques oferecem diversas opções de entrada, como o day pass (diária), pacotes de final de semana e até hospedagem em resort, no caso do Beach Park. Dos parques internacionais o que mais atrai o brasileiro é sem dúvida, a Disney, em Orlando, estado da Flórida (EUA). O mundo encantado de Walt Disney World é o mais completo, com alta tecnologia e milhares de opções de atrações, lazer, gastronomia, compras e hospedagem, impossível não ir uma vez lá, é diversão garantida para todas as idades. A dica é se planejar com antecedência e aproveitar as promoções de passagens e hospedagem, além de adquirir os ingressos dos parques temáticos desejados, sendo esses principais: Magic Kingdom, Epcot, Universal Studios, Island of Adventure, Busch Gardens, Animal Kingdom e Hollywood Studios.
Beach Park, um dos maiores parques aquáticos do mundo.

3-Rota 66 (Estados Unidos)
Cena do filme Sem Destino na Rota 66, EUA.

História, aventura, motociclismo, paisagens incríveis é só uma parte do que te espera numa viagem pela famosa Rota 66, ideal para pais e filhos aventureiros. O filme “Sem Destino” de 1969 ajudou a popularizar ainda mais a história dessa rodovia, localizada no coração do Centro-Oeste dos Estados Unidos e que atrai turistas do mundo inteiro. Ela começa em Chicago e termina em Los Angeles, na Costa Oeste, com cerca de 4.000km de extensão, passando por postos de gasolinas, motéis, fazendas, cafés e restaurantes fast-foods (foi por lá que surgiram os primeiros fast-foods de estrada), muita música country, monumentos, parques e canyons nacionais, paisagens ensolaradas, museus (Museu Automobilístico Route 66), artesanato indígena e muito mais! A Rota 66 não faz parte mais da lista de rodovias dos Estados Unidos, mas isso não impede de ninguém realizar a aventura de atravessá-la em passeio. Há agências que vendem pacotes de viagens completos com o passeio incluso ou você pode voar para Chicaco e de lá fazer o seu próprio itinerário, alugando carros ou por que não, uma motocicleta Harley-Davidson.
Curiosidades ao longo da Rota 66







quarta-feira, 30 de julho de 2014

7 Dicas para conseguir o menor preço na compra de um carro novo

Está de olho em um carro novo? Prepara-se para enfrentar uma verdadeira maratona em busca do melhor negócio. Comprar um veículo nem sempre é fácil e pode se tornar uma experiência exaustiva. Para facilitar sua vida e poupar o bolso, preparamos um guia rápido com sete dicas importantes para tornar facilitar a compra e fazê-la valer a pena. 


1- Visite as lojas no fim do mês
Os vendedores costumam ser mais flexíveis na negociação neste período para poder bater a meta de vendas. Muitas das tabelas de valores sugeridos pelas marcas também mudam no começo do mês, o que geralmente significa aumento no preço.

2 - Avalie seu usado antes da troca
Faça uma pesquisa de mercado para saber quanto seu carro vale. Se vai trocar direto na concessionária, faça um laudo técnico prévio do seu veículo e apresente-o ao avaliador da loja antes de fechar a compra. Vender para particulares pode render mais dinheiro, mas o risco de dor de cabeça é grande.

3 - Tapete não é brinde
A esmagadora maioria das lojas já oferece o acessório na compra do carro. Pechinche por itens que realmente pesam no bolso, como a película escurecedora ou desconto em equipamentos como sensor de estacionamento. Com choro, algumas revendas garantem até bancos de couro na faixa. Promoções que garantem o pagamento integral do IPVA também podem ser interessantes.

4 - Carro que está saindo de linha pode valer a pena?
SIM, se você compra carro baseado apenas no custo financeiro.
Os descontos para carros que estão se despedindo do mercado costumam ser generosos. Os vendedores tendem a negociar brindes e descontos com mais facilidade. É bom checar também se o índice de desvalorização é baixo ou se mantém em um patamar estável.

NÃO, se você gosta de ter o carro do ano e acesso às últimas tecnologias.
Tenha em mente que um modelo que está saindo de linha (idealmente) costuma ser superado em tecnologia e segurança por seu sucessor. Ao comprar um modelo que está se despedindo, você corre o risco de ter um carro defasado tecnologicamente, menos confortável e seguro.

5 - Não existe a chamada "taxa zero"
A taxa de financiamento é apenas uma das várias incluídas no pagamento. Todo financiamento também inclui Imposto sobre Operação de Crédito (IOF). Além disso, muitas vezes é cobrada uma Taxa de Cadastro (TC) para iniciar um relacionamento com o banco. Antes de fechar o negócio, exija um documento chamado Custo Efetivo Total (CET), que detalha todos os valores que serão cobrados.

6 - Cuidado com as taxas que não podem ser cobradas
As lojas não podem cobrar Tarifa de Abertura de Crédito (TAC), Tarifa de Emissão de Carnês (TEC), TEB (Tarifa de Emissão de Boleto), TLA (Tarifa de Liquidação Antecipada), taxa de retorno, tarifa de análise de crédito e tarifas de cessão. Peça para ver o CET (Custo Efetivo Total) da compra antes de fechar o negócio, onde será detalhado tudo o que você vai pagar.

7 - Não aceite o primeiro financiamento que oferecerem
O financiamento é como um empréstimo feito com um banco, mas tem um objetivo determinado, como comprar um carro. Não há uma taxa única, então a dica é pesquisar quais bancos têm as melhores condições. Elas podem variar de próximas a zero a mais de 10% do valor do veículo. Recentemente, entrou em vigor a lei que permite mudar de banco durante o financiamento para aproveitar taxas mais baixas (mas, podem ser cobrados alguns encargos). Então, negocie mesmo depois de fechar o negócio.

Fonte: Revista Auto Esporte

terça-feira, 15 de julho de 2014

10 Dicas para comprar um carro usado

Por mais que alguém tome todos os cuidados, comprar um carro usado sempre envolve riscos. Às vezes é impossível prever que um veículo vai quebrar em breve ou não atenderá suas expectativas no longo prazo. Outra armadilha constante é o crédito. Com a maior flexibilidade dos bancos, muitos compradores se endividam demais, não conseguem pagar as prestações mensais e acabam com o carro retomado pelo banco. Para ajudá-lo a fazer a compra certa e reduzir o risco de surpresas.

1 - Teste um carro antes de comprá-lo. Fazer o test drive é melhor do que nada, mas em geral não é suficiente para uma compra segura. Ao rodar por um ou dois quilômetros, provavelmente o interessado em um veículo só terá tempo de notar seus pontos positivos. No banco do passageiro, o vendedor se encarregará de ressaltar as qualidades e esconder os defeitos do automóvel escolhido. Para fazer um teste mais acurado, o ideal é alugar um carro do mesmo modelo.

Ao contrário do que você está acostumado a fazer, peça ao funcionário o veículo mais velho disponível na locadora. Será esse automóvel que lhe mostrará os efeitos do tempo e do uso sobre determinado modelo. Caso seu interesse seja por um carro usado, saiba que algumas lojas permitem a realização de um test drive prolongado com o próprio veículo. 
Se tiver a oportunidade de realizar um teste de longa duração, leve o carro para um mecânico de confiança que possa avaliar seu estado de conservação. Circule por locais onde está acostumado a dirigir. Verifique se o carro cabe na vaga do prédio ou se não raspa na entrada do estacionamento. Certifique-se que o modelo agrada também a outros membros da família.

2 - Saiba quais são os carros que ninguém quer. Alguns tipos de veículo são muito difíceis de vender e só devem ser comprados mediante um belo desconto. Os brasileiros preferem automóveis nas cores prata e preto. Carros com cores extravagantes são bastante utilizados por montadoras que lançam um modelo novo, mas costumam encalhar nas lojas. Já veículos brancos ou amarelos sempre despertam a suspeita de que tenham sido usados como táxi no passado.

Outra regra que dita o comportamento do mercado é que quanto mais caro é um carro, mais rápida é sua depreciação. A mesma regra vale para os importados. Veículos fabricados no exterior que vendem pouco no Brasil muitas vezes não possuem uma rede de assistência técnica adequada nem mercado secundário no país. Também existe muito preconceito com carros oriundos de leilão, de locadora ou com um histórico de acidentes graves. Então exija desconto.

Já carros que saíram de linha perdem valor porque a manutenção e a substituição de peças tendem a se tornar cada vez mais difíceis. Como a primeira impressão é a que fica, veículos com defeitos e riscos na pintura acabam sendo mais difíceis de vender. Alterações estruturais como as de carros rebaixados ou turbinados também não são bem-vistas no mercado. Praticamente ninguém vai pagar pelos acessórios instalados no veículo, como som, DVD ou kit GNV.

3 - Informe-se em sites e revistas especializadas sobre os veículos mais desejados. Nas redes sociais, há dezenas de comunidades que discutem a qualidade de cada veículo. Notícias e rankings publicados na mídia também ajudam muito. 

4 - Se possível, compre o carro de um amigo. Quanto mais próximo for o dono do veículo, menor o risco. Se ocorrerem eventuais problemas com o automóvel, você saberá a quem apresentar a reclamação. A dificuldade é encontrar o modelo desejado em bom estado apenas dentro do universo de conhecidos. A segunda opção mais segura são os carros de concessionárias. Além de serem lojas grandes e com uma reputação a zelar, boa parte dessas empresas ainda carrega junto o nome da montadora.
Logo, o fabricante do veículo vai exigir da concessionária qualidade nos serviços prestados aos clientes. O que afugenta os consumidores das concessionárias é que os preços cobrados costumam ser um pouco mais elevados que nas demais formas de compra. Na escala de maior risco, em seguida aparecem os carros de lojas sem bandeira ou de locadoras.
Ambas oferecem garantia de 90 dias para motor e câmbio. No entanto, a qualidade dos carros ofertados nessas lojas nem sempre será tão boa quanto nas concessionárias. As lojas sem bandeira são as principais compradoras de carros com alta quilometragem ou bem desgastados. Já as locadoras trabalham com muitos carros multiusuário. São, portanto, veículos em que o motorista muitas vezes não toma o devido cuidado para a conservação. Além disso, há veículos que são utilizados em condições mais severas.
A pessoa aluga o carro justamente para não submeter o próprio automóvel ao desgaste de carregar carga pesada ou rodar em estrada de terra, por exemplo. Com risco maior que o carro de locadoras, estão os veículos comprados de desconhecidos. Negócios fechados entre pessoas físicas não estão sujeitos às regras do Código de Defesa do Consumidor nem tem garantia obrigatória de câmbio e motor. Também é necessário verificar você mesmo se o carro é roubado ou foi danificado por colisão ou enchente.
Ao comprar um carro em lojas, essa triagem já terá sido feita pelo próprio estabelecimento comercial. Entre os desconhecidos, o mais arriscado é comprar um carro em outra cidade que você encontrou na internet. Muitas vezes o vendedor exige um pagamento antecipado do comprador mesmo que ele ainda não tenha tido a oportunidade de verificar se o veículo se encontra nas condições prometidas. Algumas vezes o anúncio é uma fraude: só se descobre que o carro e o vendedor não existem quando já é tarde.
Então a dica é tomar cuidados redobrados. Peça para algum conhecido que mora na cidade do vendedor fazer uma vistoria no veículo antes de realizar qualquer pagamento antecipado. Por último, a forma mais arriscada de comprar um veículo é por meio de leilão. O comprador não poderá ligar o veículo nem rodar por alguns quilômetros.
A abertura do capô é o máximo que se permite aos interessados. Muitos dos veículos que vão para leilão foram vendidos por seguradoras após sinistros graves. Não é à toa que os compradores muitas vezes apresentam lances com 30% de desconto e conseguem arrematar o veículo desejado.

5 - Pesquise preços em outras cidades. Muita gente não sabe, mas pode valer a pena viajar para comprar um carro em outra cidade. O principal diferencial é o preço. Segundo a tabela da Molicar, utilizada como referência de preços de veículos nas concessionárias, comprar o mesmo carro 0 km em São Paulo custa em média 5,2% menos do que no Pará, por exemplo.
Também há diferenças nos preços dos carros usados. Os mais caros estão no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde os valores cobrados são em média 3,7% superiores aos pagos pelos paulistas. Já os preços no Centro-Oeste são 2% mais baixos que em São Paulo. Em geral, o carro paulista é muito bem-aceito em todos os estados do país porque as estradas são boas e a manutenção tem melhor qualidade. Já carros usados do Nordeste e do Norte sofrem com estradas ruins e salinidade.
Os usados da região Sul são os mais valorizados porque a população possui uma cultura de conservação do veículo. Para comprar um carro em outra cidade por um preço interessante, no entanto, são necessários vários cuidados. Encontre um veículo pela internet e negocie preços com o vendedor, mas nunca faça um depósito em sua conta antes de confirmar que o automóvel realmente existe e está em boas condições. Se possível, peça para algum amigo que vive na cidade do vendedor para vistoriar o automóvel. E só pague pelo carro no momento da transferência do documento.

6 - Tome o crédito certo. Nos últimos anos, os bancos se tornaram muito mais flexíveis na concessão de empréstimos para a compra de veículos. Não é por esse motivo que o consumidor deve se endividar até o pescoço. Os prazos para o pagamento de empréstimos chegam a até 80 meses. No entanto, especialistas recomendam que nenhum bem seja pago durante um prazo maior que o de sua utilização média. O consumidor também deve sempre insistir que a loja lhe forneça o custo total de um empréstimo.
Muitas vezes os juros que parecem baixos se tornam bastante salgados quando são incluídos outros encargos, como taxas de cadastro, seguro, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), serviço de despachante e registro no Detran. O custo total do empréstimo serve tanto para o comprador do veículo analisar se a prestação realmente caberá no seu bolso quanto para ele comparar a taxa cobrada por uma instituição com a oferecida pelas demais.
Por último, o custo total é importante para mostrar as promessas que muitas montadoras e concessionárias fazem de vender veículos com juro zero nem sempre são verdadeiras. Especialistas também recomendam que os compradores economizem para dar a maior entrada possível no financiamento. Dessa forma, o gasto com juros será menor e ainda será possível ganhar algum dinheiro com a aplicação das economias no banco.
Ao analisar se uma prestação cabe em seu bolso, lembre-se que um carro também tem gastos de manutenção, combustível, IPVA, licenciamento e seguro, entre outros. Rodar com um veículo custa por mês cerca de 3% de seu valor de mercado. Portanto, não é recomendável se endividar sem levar em conta a existência desses gastos.

7 - Descubra se o carro não é roubado. As concessionárias já realizam essa checagem e garantem a procedência dos veículos vendidos aos clientes. Ao comprar um veículo de pessoa física, no entanto, é necessário fazer uma vistoria. Cheque os número do chassi, dos vidros e da placa. Veja se são os mesmos que estão no documento.
Verifique no site do Detran se a placa do carro é verdadeira e se não há pendências - como multas - a serem pagas. Analise também se o documento do veículo não é adulterado. Os verdadeiros possuem um alto-relevo em toda a sua volta. É importantíssimo que a vistoria seja feita com o documento original - e não por cópias enviadas por fax.
Se alguém comprar um carro e, numa blitz policial, descobrir que ele foi furtado no passado, vai perder todo o dinheiro que desembolsou. Na dúvida, o mais recomendado é contratar empresas especializadas em vistorias de veículos, que podem realizar esse serviço por menos de 100 reais.

8 - Cheque se o veículo não foi danificado em uma colisão grave. Acidentes costumam causar avarias capazes de desvalorizar - e muito - o preço justo de um veículo. Mas também costumam deixar cicatrizes que alertam o comprador de que ele poderá ter problemas futuros. Para identificar a ocorrência de acidentes, faça uma vistoria na pintura com o carro seco e limpo.
Ao observá-lo em algum lugar bem claro, de preferência durante do dia, será possível enxergar pequenas diferenças na pintura que denunciam acidentes no passado. Verifique se há simetria entre as portas, os parachoques e o teto. Ondulações, pequenos amassados na lataria ou diferenças nas quinas do capô são outras indicações de colisão.
Dê "pancadinhas" com os dedos na lataria para verificar se o barulho é diferente em algum ponto - o que indicaria a colocação de massa plástica. O ideal é verificar se a própria estrutura do carro não foi avariada. Uma colisão severa costuma exigir reparos no monobloco. Nos casos mais graves, o Detran determina que seja grafada a palavra "sinistrado" no documento - o que nem sempre acontece. Se mesmo após a inspeção você tiver dúvidas sobre o passado do veículo, o ideal é contratar uma empresa especializada.
No site www.checkauto.com.br , é possível saber se um carro foi furtado, se sofreu danos em algum acidente grave, se a contagem da quilometragem foi adulterada, se está alienado ao banco, se foi comprado de locadora ou se foi adquirido em leilão, entre outras informações. O serviço custa 25 reais por carro, mas costuma compensar. 

9 - Identifique carros danificados por enchente. O jeito mais fácil de detectar se um carro ficou alagado na enxurrada é pelo cheiro. Sachês que perfumam o interior do veículo costumam ser usados para disfarçar o odor. Mesmo após uma higienização, ainda é possível achar barro e impurezas depositadas em lugares pouco expostos. Verifique também o estado do estofamento dos bancos e do carpete. Se o tecido estiver estragado, desconfie. O carro pode ter sido vítima de enchente ou está com problemas de vedação.

10 - Analise o estado de conservação geral do veículo. Mesmo que não tenha passado por uma acidente grave ou por uma enchente, muitas vezes um veículo não está em bom estado por descuido do dono. A primeira coisa que deve ser observada é o manual do automóvel. Lá está registrado se o proprietário realizou todas as revisões indicadas pela montadora.
Pode parecer um detalhe, mas isso é um sinal de quão cuidadoso o dono foi com o veículo. Procure também pontos de ferrugem em cantinhos e debaixo das guarnições ou do assoalho. Pode ser um sinal de problemas na vedação. Verifique se o carro tem extintor, macaco, triângulo, chave de rodas e estepe em condições de uso. Veja se há vazamento de óleo embaixo do carro, se há queima excessiva de óleo no motor ou se há presença de manchas escuras no escapamento.
Verifique se o motor não é turbinado. A legislação brasileira não permite a adulteração de suspensão ou do motor. Se o carro demora para ligar, há folgas no motor. Para testar a suspensão, dê uma volta em terrenos de terra ou razoavelmente irregulares. Ruídos e estalos vão denunciar eventuais problemas. Outra forma de verificar o estado da suspensão é balançar o carro para baixo segurando pelo parachoque. Se, ao largá-lo, o veículo balançar duas ou mais vezes, o amortecedor está em más condições.
Confira o estado dos pneus. Desgastes irregulares podem indicar problemas com a suspensão ou a falta de alinhamento das rodas. Já pneus carecas ou com mais de 60.000 quilômetros rodados precisarão ser substituídos porque trazem risco à segurança. Para verificar o estado dos freios, ouça se há ruídos metálicos no momento da utilização. Esse será um indício de que as pastilhas estão gastas. Para os compradores que não se sentem seguros com os resultados da própria vistoria, é recomendável levar o carro a um mecânico de confiança ou à oficina de uma empresa especializada.


Fonte:http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/dez-dicas-comprar-carro-usado-560871?page=5

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Banco de couro reduz choque?

 Você sabia que revestir o banco do seu automóvel em couro reduz choques eletrostáticos?

 A chegada do inverno e a consequente queda da umidade relativa do ar são condições favoráveis ao acúmulo de energia estática dentro dos veículos. Esta energia, que geralmente acumula-se entre os ocupantes e o assento do automóvel, é descarregada na hora de sair do carro, provocando pequenos choques elétricos. 


  Os especialistas e as montadoras asseguram que a intensidade destes choques não causam nenhum problema a saúde, pois a quantidade de energia é baixa. Também é descartada a possibilidade de que os choques caracterizem defeito do veículo. Mesmo não fazendo mal a saúde, nem sendo considerados defeito dos veículos os choques são muito desagradáveis e ultimamente são reclamações de várias pessoas junto às montadoras...

   
  A solução para o problema é colocar bancos de couro no carro, pois substituir o revestimento sintético dos assentos do carro é uma alternativa para quem sofre choques ao sair de seu automóvel. Por receber um tratamento especial à base de produtos naturais, o couro acaba evitando acúmulo de energia eletrostática. É diferente do tecido sintético, que por sua composição e pela forma como foi tramado, acaba favorecendo tal acúmulo.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Cuide da aparência e da lataria do seu carro no inverno


Confira oito recomendações indicadas por especialistas:

1 - Jamais use objeto pontiagudo para retirar por exemplo, a geada do carro. Ela derrete ao natural. No parabrisa, jogue água fria e limpe com jornal (água quente vai rachá-lo ou trincá-lo).
E mais: antes de acionar o limpador, verifique se as palhetas não estão grudadas no vidro. Se o limpador for ligado com as palhetas coladas pela geada, tanto elas quanto o motor do limpador podem ser danificados.

Dica nº 2: Caso o carro fique estacionado por muito tempo, cubra-o com uma capa para evitar a exposição ao sol, poeira, vento, chuva e geada.

3 -  Lave o seu carro uma vez por semana ou quando pegar poeira, barro ou areia. A lavagem deve ser na sombra para evitar que os raios solares em conjunto com os produtos químicos utilizados na lavagem causem manchas na lataria.

4 - Antes da lavagem, verifique se não há partículas sólidas como, por exemplo, grãos de areia na lataria. Use água com baixa pressão, pois a presença de partículas podem gerar arranhões.

5 - Jamais use detergente de cozinha, querosene ou solvente para lavar. Há xampus específicos para automóveis. Utilize algodão prensado para enxaguar.

6 - Seque muito bem a lataria do veículo para evitar manchas. O ideal é fazer o polimento a cada seis meses.

7 - Aplique preferencialmente cera cristalizadora uma vez por mês com estopa. Após a aplicação da cera, dê o brilho com uma flanela sempre com movimentos circulares e em pequenas áreas do carro por vez.

8 - Ao abastecer o carro, verifique se a gasolina não respingou na lataria, pois isso com certeza manchará a pintura. Se pingar, lave imediatamente.


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Veiculo flex exige cuidado redobrado no inverno



Evite problemas:

-Troque o combustível do tanquinho após longo período de calor ou a cada 90 dias.

-Leve seu carro no mecânico para limpar o reservatório

-Manutenção das velas, o desgaste da mesma diminui o desempenho do carro e dificulta a partida.

Se o motor não ligar, não insista, isso pode encharcar as velas. Neste caso aguarde 30 minutos até que a gasolina evapore


segunda-feira, 2 de junho de 2014

7 dicas para não errar na hora de conferir, comprar ou trocar o óleo do carro


1 - Troca
Ela deve ser feita quando atingir o período recomendado pelo fabricante. Essa informação está bem clara no manual do proprietário. Se você ainda não sabe, consulte o manual. Além do prazo, lá consta o tipo de óleo e quantos litros devem ser usados. Quase todas as montadoras recomendam antecipar a troca de óleo em carros com “uso severo”. Isso vale, principalmente, para veículos que andam muito em engarrafamentos.

2 - Completar o nível
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chegar a hora da troca do óleo, deve-se completar o nível. Não há nada de errado nisso. As montadoras consideram normal baixar de meio litro a um litro de óleo a cada 1 mil quilômetros rodados, dependendo do modelo.

3 - Local
O óleo do carro deve preferencialmente ser trocado num posto ou oficina. A medição do nível deve ser feita em um local plano e com o motor frio, preferencialmente após 10 minutos do carro parado. Se o nível estiver entre o mínimo e o máximo, não há necessidade de completar.

4 - Temperatura do motor
Para a retirada do óleo na hora da troca, é bom o que o motor esteja quente. Assim, o óleo ficará mais fluido e fino.

5 - Filtro
Sempre que trocar de óleo, troque também o filtro de óleo.  Isso irá garantir que seu motor não fique impregnado por impurezas.

6 - Óleo preto
Esqueça aquela história de que óleo preto significa que está velho. Pelo contrário, se está preto é porque está lubrificando corretamente. O que vale são os prazos de troca que constam no manual do proprietário.

7 - Óleo velho
Sim, óleo fica velho. Caso o motorista rode pouco e não alcance a quilometragem estipulada para a troca, precisa substituir o lubrificante após seis meses. Depois desse prazo, o óleo velho pode prejudicar a bomba de óleo, que é a responsável por manter em dia a lubrificação do motor do carro.